É a segunda Gruta mais visitada no Estado. Tem 998m de extensão dos quais 220m estão abertos à visitação pública. O desnível chega aos 30 metros. Ostenta espeleotemas bastante incomuns e de extraordinária beleza, com destaque para o 4º e último salão, denominado Salão das Raridades, onde se encontram duas colunas de cristal de calcita, perfeitamente simétricas, com cerca de 12m de altura e 25cm de diâmetro - formação raríssima.
Há ainda pintura rupestres na chamada Grutinha datados de 6 mil anos e uma réplica de resina, da Xenorhinotherium bahiensis – mamífero pré histórico que habitou Minas Gerais, Bahia e o Sul de São Paulo, há cerca de seis mil anos.
A gruta se encontra em meio a mata de transição - Mata Atlântica para Cerrado - local com várias espécies da nossa flora, como: aroeira, angico, pequizeiro entre outras.
A mesma possui passarelas e corrimão para um percurso com segurança e um total de 131 degraus, ou seja, 262 ao todo, no trajeto de ida e volta. Recentemente foi instalado um novo sistema de iluminação, que além de permitir uma enorme variedade de cores na parte interna da gruta, também preserva o local, já que se trata de uma fonte de luz "fria".
É recomendável a visita à caverna, pelo menos em dois períodos do ano, no seco e chuvoso, uma vez que a gruta se apresenta de forma diferenciada e propiciando ao turista vivências diferenciadas no ambiente cavernícola, considerando que a infiltração da água é a grande transformadora das feições dos espeleotemas.
Nova infraestrutura: Em dezembro de 2010 foi inaugurado o Receptivo Turístico do Monumento Natural da Gruta Rei do Mato, que conta com um mini auditório, com capacidade para 120 pessoas, uma sala de exposição permanente, área de exposições livres, nova bilheteria, apoio administrativo, banheiros, sala de primeiros socorros e brigada de incêndio.
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